As Ordens Clássicas

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As ordens clássicas do Dórico, Jônico e Coríntio, são 3 estilos de pilares e frontões que foram usados e desenvolvidos por Arquitetos da Era Clássica até os dias atuais. Junto com os arcos e domus Romanos, são o vocabulário básico da maior Arquitetura do Ocidente de tradição Clássica.

O que é uma Ordem?

Ela define o estilo e estrutura das colunas, capitéis e tablaturas usadas em um prédio. É definido por regras como o pilar é estriado; qual estilo de decoração o capitel tem; a estrutura e ornamentação dos frisos e cornija (molduras).

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Entablatura

 

Como as Ordens foram usadas

Alguns prédios como o Parthenon, seguiu uma unica Ordem (Dórica), mas muitos prédios Clássicos combinavam as Ordens, tais como o Propileu na Acropolis, que combina Dórico e Jônico. E o templo de Apolo, em Bassas/Grécia, que tem o exterior Dórico e o interior Jônico e também o grande primeiro exemplo de pilares Coríntio também no interior. Os Romanos sempre combinaram Ordens, o exterior do Coliseu por exemplo, junta andares Dórico, Jônico e Coríntio um em cima do outro. Eventualmente novas Ordens foram desenvolvidas, usando e modificando características dos modelos originais. Tais como a Toscana, Romana Dórica e composições que misturam elementos da Ordens Coríntia e Jônica.

 

A Ordem Dórica

A primeira e mais simples a desenvolver foi a Dórica – Surgindo entre os anos 1000 e 600 a.C. Aperfeiçoado no final do século VI e inicio do século V. Suas raízes no início dos estilos Arquitetônicos são limpos, eminencias das necessidades estruturais de construção de madeira, petrificada como característico ornamental.

Suporte Simples 

Pilar básico estriado sobe diretamente da base. O estriamento pode ter evoluído à partir de feixes amarrados de molduras ou paus colocados em buracos no solo que foram usados como suporte em tempos anteriores. A planície em moldagem arredondada e lisa, sem decoração, pedras quadradas formam um capitel simples que apoiam toda a arquitrave. Acima dele os frisos alternam entre os tríglifos (três fendas) e métopos (sustenta mármore esculpido ou painéis de terra cota representando narrativos heroicos ou imagem de deuses). originalmente usados para apoiar a cobertura. O estilo Dórico tem uma aparência levemente pesada devido a espessura do pilar, tais como aqueles nos templos de Paestum/Itália. Mas tal critica não poderia ser nivelada ao Parthenon que aparece perfeitamente equilibrado, apesar de seu tamanho monumental.

 

Ordem Jônica

Início em 550 a.C, tem um tato mais leve e mais esbelto do que o Dórico, ainda que ricamente esculpido e decorado e incluem elaboradas bases em camadas por suas colunas.

Pergaminhos e Vieiras

Como as outras Ordens, o Jônico é rapidamente identificado pelo seu capitel, que se curva em rolos em sua borda para moldurar o topo da coluna. O friso do pilar ornamenta de cima a baixo e a arquitrave é mais fina do que a Dórica.

Jônica e Além

A Ordem Jônica original é mais encontrado nas cidades Gregas de Jônia (Ilha da Costa Asiática menor, agora Oeste da Turquia). Alguns dos mais belos exemplos estão em Atenas, tal como Erechtheion, construída em mármore entre 421 e 406 a.C.

 

Ordem Coríntia

Foi a ultima das Ordens a ser desenvolvida, floresceu durante o período Helenístico (séc. IV a I a.C), seu luxuoso esculpido e decoração tornaram a marca registrada da Arquitetura Romana que se seguiu.

A Nova Folha

A característica principal que a distingue é a moldagem que é luxuosamente decorada com folhas de Acanto, folha de Palmeiras e espirais. Pequenos volumes a cada canto dá ao capitel a mesma aparência por todos os lados, fazendo-o mais adequado para cantos do que o capitel Jônico.

Estilo Monumental 

Anteriormente e sutilmente exemplos do capitel Coríntio eram visto no Monumento Choragic Lysicrates/Atenas. Concluído em 334 a.C. Inicialmente esse Ordem para pilares interiores, o primeiro exemplo é o Templo de Zeus do Olimpo/Atenas, concluído no séc. II a.C. Talvez o maior prédio da Ordem é o Templo de Baco em Balbec/Líbano.

É isso pessoal!!! Espero que curtam e sigam o blog e também as redes sociais.

 

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O Estilo Clássico

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Influencias da Civilizações Antigas

É difícil acreditar que tamanha influencia tenha sido exercida por uma civilização de 2500 anos, de pequenas cidades-estados que se espalharam pelo Oeste mediterrâneo. Mas quando os Gregos cristalizaram as tradições arquitetônicas de seus ancestrais na região, tão bem quanto os seus vizinhos Persas e Egípcios. Eles derrubaram fundações da Arquitetura Ocidental que ainda estão intactos.

Colunas e Frontões

No seculo VI a.C, os antigos Gregos aperfeiçoaram o uso das colunas e frontões (suporte vertical com apoio em vigas horizontais) para criar estruturas de clareza incomparável, simetria e força. Esse estilo clássico é melhor simbolizado em elegantes templos Dóricos e Jônicos do século V a.C (tema do próximo post). A pureza e beleza dos prédios como o Parthenon e o Erechtheion na Acrópole, Atenas/Grécia. Tem profunda influencia nos arquitetos posteriores e especialmente no Romanos.

A Influencia Grega na Arquitetura Seguinte

Enquanto o Império deles se expandiu pelo mundo Mediterrâneo no seculo I e II a.C, os Romanos usaram estilos e arquitetos Gregos para construir prédio imponentes, práticos e tecnicamente brilhantes. Mas eles não meramente imitaram, eles desenvolveram novos materiais (concreto notavelmente), construíram em grande escala e adicionaram curvas, abóbadas e domes às linhas retas dos frontões que foram aperfeiçoados pelos Gregos.

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Parthenon

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Erechtheion

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Fachada Parthenon

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Colunas Dórica, Jônica e Corintia

 

 

Templos Gregos

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A Arquitetura Grega alcançou a mais perfeita forma em seus templos, enganosamente simples, simétrico, edifícios limpos e claros. Parcialmente aberto para os elementos internos e cuidadosamente localizado para misturar harmoniosamente com o céu e a paisagem .

A Estrutura do Templo:

A forma clássica dos templos é uma pedra retangular ou construção de mármore, levantado em um rodapé ou base. As colunas sobem em torno da borda deste rodapé, são cobertos por capiteis que realmente suportam todo o entablamento (Ao contrário de muitos templos Romanos, onde as coberturas são suportadas por paredes com colunas embutidas unicamente para a decoração).

Uma cobertura de baixa carga, normalmente de madeira revestida por cerâmicas de terra cota é suportada pelo entablamento. Extremidades retangulares da cobertura sob os beirais foram preenchidos por um frontão do qual é decorado ou esculpido. Tipicamente um alpendre e uma varanda nos fundos, intercalam uma parte fechada no Templo do qual se forma um santuário interior para adoração.

Função e Decoração:

O espaço fechado do Templo ou Santuário é denominado por uma estátua do deus a quem o templo foi dedicado. Antecâmaras para oferendas aos deuses ou salas do tesouro às vezes era incluído também . Vemos esses Templos como um branco sóbrio ou ruínas cinzas, desprovido de vida contra os Gregos céus azuis. Mas na Grécia antiga eles movimentaram com vida e alta decoração – pinturas em vermelhos intensos, azuis e dourado para criar efeitos que podem até parecer chocantes aos olhos modernos.

Arquivo do Estilo:

Pontos notáveis – Plano Retangular, Elevação Retangular, Coberturas apoiadas em colunas, Frontões decorados, varandas frontal e posterior, construções de mármore ou outro tipo de pedra. Período de todo Império da Grécia Antiga.

 

No decorrer dos dias postaremos sobre os tipos das Colunas e mais detalhes da Arquitetura Clássica Grega. 
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Obrigado! 

Brutalismo – Desenho do concreto crú

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O prazer do Concreto

Ramo do Estilo Modernista, um proferido e injustiçado, foi o Brutalismo, dos quais prédios similares em muitos aspectos às estruturas modernistas mas celebra a qualidade do concreto bruto. O nome é derivado do termo Francês ‘Beton Brut’ (Concreto Bruto), mas há um elemento de Brutalidade também nas superfícies indiferentes e não refinadas. Esses prédios exploram a simplicidade do concreto crú e as formas naturais. Tijolos e vidros foram usados ocasionalmente , mas outra vez, os prédios foram conformados como bloco de figuras do básico, aparência de forma branca do Brutalismo.

Matéria Cinzenta

Curiosamente, Le Cobusier é considerado fundador desse estilo por causa de suas experimentações com concreto e seus desenhos de enormes blocos residenciais. Mas foi John Portman & Assiciates que popularizou o Brutalismo com prédios tais em Atlanta Georgia e Singapura. (1985)
Essas estruturas gigantescas transformam os espaços em seu entorno mudando o plano de massa da área em que está inserido. Outro influente Arquiteto desse estilo foi Paul Rodolph que recebeu uma prestigiosa comissão da Nova Arte e Arquitetura da Universidade de Yale, Connecticut/EUA.

O estilo é mais difundido em grandes cidades industrializadas, no Brasil temos São Paulo como exemplo onde existem vários prédios do estilo.
Período: 1950 – 1985
Também caracteriza o novo jeito de morar com construções de prédios de apartamentos.
Abaixo algumas fotos:

Brutalismo Jau

Roviária de Jaú/SP

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Teatro Nacional de Londres

Sesc Pompeia

Sesc Pompéia/SP

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Inspirações para Arquitetura – Beyoncé

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Vocês ficaram sabendo que a super star Beyoncé foi inspiração para um escritório de Arquitetura Australiano, Elenberg Fraser à construir em belo prédio? Pois é!

As curvas e os movimentos sensuais da cantora em seu vídeo Ghost foi de onde saiu essa idéia genial.

Em uma descrição do projeto no site, eles dizem que: ”Nós sabemos que você vai concordar que quando você ouve a frase “menos é mais” a primeira pessoa que vem à mente é Beyoncé. Não? Bem – o nosso novo edifício de uso misto fornece a ligação entre os dois. Ao mesmo tempo um edifício que é a essência do primeiro partido do projeto – criado inteiramente por modelagem paramétrica – entretanto as suas curvas em espiral recordam as voltas e reviravoltas de uma dança da cantora no pano preto. A forma enganosamente complexa é o resultado de nossa pesquisa em critérios de vento, solar e massa – a forma é a melhor solução possível para todos esses requisitos. Em cima disso – nós tomamos o partido em conta, descendo do pódio para encontrá-los no nível dos olhos” (…)

Nós já sabemos que tudo pode inspirar e ser um partido para arquitetura, como por exemplo grandes projetos de Oscar Niemeyer que são inspirados nas curvas e formas de mulheres Brasileiras. O que você achou desse prédio com forma da Beyoncé, insano demais ou uma idéia genial?
Vamos ver se realmente será construído e com certeza virar referência Arquitetônica.

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Era Vitoriana

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E aí gente! Tudo bem?

Pouco se sabe pois não me lembro se já comentei por aqui, a minha fascinação pela arquitetura Vitoriana, rica em detalhes e beleza, que mais uma vez um reinado determinou as diretrizes desse estilo. Dentro do estilo Vitoriana há pelo menos 19 seguimentos e ideais arquitetônicos que vão do Neo Gótico ao Art Nouveau de William Morris. Nesse post darei a introdução deles e se possível postarei os estilos para conhecermos mais detalhes.

Se os primeiros anos do século XIX foram, em geral, dominado em termos arquitetônicos pelos estilos clássicos de renascimento, isso tudo estava prestes a mudar. Não só a tecnologia estava se movendo sobre o espaço, mas o comércio internacional e consciência cultural do mundo em geral foram aumentando de forma constante. a escolha dos materiais de construção foi crescendo, a indústria estava em expansão, novas vilas e cidades foram surgindo e estruturas grandes e pequenas poderia ser formado em diversos estilos que emprestaram elementos de muitas tradições. arquitetos continuam a olhar o passado para inspiração – mas também criaram inteiramente novas formas de construir, liberados pelos avanços técnicos e materiais de contrastes estruturais que determinaram os limites das escolhas de seus antecessores.

O fascinante dessa era de ouro na arquitetura, é que o estilo se apresenta não só na arquitetura, mas em decoração, artes, telas, esculturas, moda, móveis, etc. Claro que mais uma vez a Europa é o berço e onde mais podemos identificar o estilo, em seus lindos Castelos, Palácios e lugares em que reis, rainhas, monarquia e burgueses habitavam.

Olhe que beleza:

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Livraria Santificada

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É, gente! Já postei aqui sobre uma igreja em Dublin que se transformou em um Pub,[veja aqui] agora na Holanda uma igreja se transformou em uma livraria. Não é de se espantar, existem na Europa milhares de igrejas, catedrais abandonadas, sem uso,  caindo em ruinas. Nada mais justo do que dar um novo uso a um prédio tão lindo e cheio de histórias. Sem entrar em méritos religiosos, mas a Arquitetura nos dá essa opção maravilhosa de pensarmos em novos usos para prédios antigos. Sem perder a característica de igreja gótica, a livraria Selexys Dominicanen em Masstricht se tornou um ambiente adequado e aconchegante para quem curte passar horas nesse ambiente, com direito a um café bem interessante com as mesas formando uma cruz.

Veja as fotos e comente se quiser!!

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O antigo é novo outra vez

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Acho muito interessante ordem e minimalismo em edifícios. Novo, recém-planejado, puro e perfeito são grandes atributos para novas estruturas, mas também sou atraído para coisas que não são tão impecáveis assim. Reciclado, reaproveitado, anteriormente amado, recuperados. Edifícios antigos têm uma vida anterior que marcam e os novos simplesmente não conseguem dominar isso. Na Europa existem muitos edifícios desse tipo, em Dublin vi vários deles e o Museu do Louvre em Paris, com sua pirâmide de vidro que o diga…

Quando as estruturas antigas são preservadas e cuidadosamente restauradas, ganhamos em muitas maneiras. Não só preservar materiais que de outra forma acabam no fluxo de resíduos, nós também respeitamos o patrimônio de cada edifício, e adicionamos o caráter da área circundante. Infelizmente, restaurar o antigo é muitas vezes mais caro do que construir de novo, mas acredito que mais e mais pessoas e empresas vão continuar a fazê-lo.

Nós vemos soluções para ganhar mais espaço – adicionar altura, aumentar o número de quartos, expandir o pé direito – que nunca seria usado em uma nova estrutura. Idéias criativas que realmente não seguem quaisquer regras conhecidas do estilo, mas produzem um estilo legal e único de si próprio.
Combinando estruturas existentes com um novo segmento, também está ganhando popularidade. Os resuldados são muitas vezes inesperado, divertido e prático também.

Muitas vezes, há uma necessidade de se adicionar a luz – janelas maiores e uma maior abertura em geral – em estruturas mais velhas que possuem pequenas aberturas, devido ao custo do (ou indisponibilidade) do vidro da janela, ou o custo e intensidade de trabalho de aquecimento.

Em alguns casos, uma nova superestrutura combina um grupo díspar de edifícios existentes e faz com que todo o conjunto pareça coerente e acolhedor.

Imitando ou ecoando, mas distintamente diferentes de materiais existentes, cores, formas, também é uma maneira elegante de criar um novo estilo harmonioso e elegante.

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O Estilo Clássico – Influencia de civilizações antigas

É difícil acreditar que tal influencia foi exercida por uma civilização de 2.500 anos, espalhados por uma pequena cidade do Leste do Mediterrâneo. Mas quando os Gregos ‘cristalizaram’ as tradições arquitetônicas de seus ancestrais e também de seus vizinhos Persas e Egípcios  estabeleceram bases para Arquitetura Ocidental que ainda estão intactas.

Colunas e Vigas

No século VI a.C, os antigos Gregos aperfeiçoaram o uso de colunas e vigas para criar estruturas de clareza incomparável simetria e poder. Esse estilo clássico é melhor simbolizado pelos elegantes templos dóricos e jônicos do século V a.C. A pureza e beleza dos prédios como o Parthenon e o Erechtheion na Acrópolis em Athenas, tem uma profunda influência nos arquitetos posteriores, especialmente nos Romanos. Como o império dos Romanos se expandiu por todo o mundo mediterrâneo no séculos I e II a.C, os Romanos usaram o estilo grego para construir prédios imponentes, práticos e tecnicamente brilhantes. Mas eles não só imitaram o estilo dos Gregos, eles criaram novos materiais [notoriamente o concreto] construindo numa grande escala e adicionaram curvas – Arcos, Abóbadas e o Domus – para as linhas retas das vigas arquitetônicas que foram aperfeiçoadas pelos Gregos.

Grandes Ambições

Os Romanos também fizeram a construção de uma gama muito maior nas estruturas publicas. Bem como os templos, teatros, casaram o Estilo Clássico coma proeza da Engenharia para criar aquedutos, pontes, palácios, basílicas, casas de banho/sauna e sistema de esgoto – muito deles ainda em funcionamento hoje em dia – Ao faze-los, os Romanos deram aos posteriores um rico vocabulário arquitetônico, que nós repetidamente nos voltamos sempre que procuramos simetria  ordem e beleza em nossa concepção de paisagem.

(Vou tentar toda semana postar um estilos Arquitetônico, seguir a sequência de um livro da História da Arquitetura que tenho. Assim nunca faltará assunto.)

Peço que comentem e indiquem o blog, vale ou não a pena?? rs!!

Abçs

Ladrilho Hidráulico

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Pessoal, estou ‘reblogando’ uma matéria do site ‘Casa-Abril’ que eu achei muito válido e interessante. É sobre uma mostra em SP que revela toda a história dessa peça que foi e ainda continua sendo muito usada na Arquitetura e Decoração. Inclusive eu vi um pouco da história de ladrilhos milenar lá em Dublin, qualquer tempo desses eu falo um post pra tratar do assunto. Agora só clicar no link e apreciar essa beleza.

 

 

Ladrilhos Hidráulicos: mostra revela como eles são criados – Clique aqui